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By: sergio ligado: janeiro 28, 2018 In: Blog Comments: 0

Em tempos de dificuldades na economia, a tendência geral indica a contenção de custos. Gastar o mínimo possível para maximizar os ganhos ou, ao menos, reduzir prejuízos está na ordem do dia.

Mas será que esse é realmente o melhor caminho? Sem dúvida, a contenção de despesas é necessária, mas há outra lógica que nem sempre parece clara. Continue a leitura e entenda melhor!

Seguir os bons!

Há investimentos necessários para que seu negócio não pare no tempo. E isso não significa gastar muito, mas gastar bem. Até mesmo iniciativas modestas de atualização tecnológica resultam em mudanças vitais para a continuidade de sua empresa.

Aprimorar a estrutura de TI pode ser justamente o diferencial que pequenas e médias empresas precisam para vencer a crise. Esse tipo de aporte não pode ser contabilizado na coluna de despesas, mas como um investimento.

Ao se analisar o comportamento de empresas brasileiras de pequeno e de grande portes, fica clara a adoção de diferentes comportamentos. Grandes corporações têm enfrentado a crise com investimento constante em inovação, enquanto os pequenos e médios empresários se retraem.

Investir para sobreviver

Uma pesquisa sobre o uso de TI pelas empresas, realizada anualmente pela Fundação Getúlio Vargas, traz dados surpreendentes. Em sua edição mais recente, aponta que cada 1% do orçamento aplicado em TI resulta, depois de dois anos, em lucro de 7%.

A pesquisa “Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas”, que está em sua 28ª edição, foi realizada em 2017 com 8 mil grandes e médias empresas. Outro dado que chama atenção no levantamento aponta a continuidade dos aportes em tecnologia e inovação.

Mesmo com a queda de vendas, provocada pela recessão, as empresas pesquisadas destinaram, em média, 7,6% de suas receitas à TI, nos últimos três anos.

Esses dados também apontam como vem mudando a forma de compreensão sobre a tecnologia. Até há algum tempo, profissionais dessa área eram vistos apenas como técnicos que resolviam problemas no computador. Atualmente, a TI aparece cada vez mais no coração do negócio, que pode se tornar o motor de inovação dele.

Pequenas empresas

Em um trabalho encomendado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) traçou o perfil do empreendedor de pequeno e médio porte do varejo brasileiro, em 2012.

O estudo “Retrato do Empreendedor do Varejo” mostra que 82% dos empreendedores não utilizam as novas tecnologias. Não há nesse grupo iniciativas relacionadas à automação comercial, e-commerce, ou displays interativos e sites de compras coletivas, por exemplo.

Por outro lado, 53% dos entrevistados manifestam desejo de investir em seus negócios, mas com foco em ampliação física, aquisição de maquinário e contratação de mão de obra.

Outro ponto abordado pela pesquisa indica que o pequeno varejista utiliza recursos próprios nos investimentos, devido à falta de linhas de financiamento público para o negócio.

Pra você, investir na Tecnologia da Informação da sua empresa ainda é visto como uma despesa? Se precisar de orientações mais especializadas para resolver essa questão de uma vez, entre em contato conosco para uma consultoria gratuita!

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